Anita Prestes e Leonardo Boff debatem sobre 'até onde a ditadura militar deixou marcas' em live promovida pelo CDDH

  • 06/04/2021


Atividade faz parte da programação da Semana da Memória, Verdade e Justiça. Live será às 20h na página do Facebook do Centro de Defesa dos Direitos Humanos. Ato em frente à Casa da Morte marcou o início da 'Semana da Memória, Verdade e Justiça' em Petrópolis, no RJ Evaldo Macedo Um debate online será realizado nesta terça-feira (6) para discutir o tema “Até onde a ditadura militar nos deixou marcas?”. A live será transmitida às 20h pela página do Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) no Facebook. O debate será feito entre Anita Prestes, filha de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes; e Leonardo Boff. Ambos, símbolos das lutas pelos direitos humanos no Brasil e no mundo. A atividade organizada pelo CDDH faz parte da programação da Semana da Memória, Verdade e Justiça, que começou na quarta-feira (31). A Semana da Memória é prevista em lei municipal e ocorre sempre a partir do dia 31 de março, data considerada como o início do golpe militar de 1964, que deu origem a 21 anos de ditadura, onde ocorreram perseguições políticas, sequestros, torturas e assassinatos no Brasil. O objetivo da semana é evitar que tais acontecimentos sejam esquecidos pela sociedade, lembrando que centenas de brasileiros são considerados desaparecidos mesmo 57 anos após o início da ditadura no país e toda a geração foi marcada pelas graves violações contra os direitos humanos naquele período. A programação começou com o ato em frente à Casa da Morte de Petrópolis que é conhecida como um dos principais centros clandestinos de tortura e assassinatos de presos políticos do país no início da década de 1970. No local, foram colocadas faixas com frases como “Ditadura nunca mais” e “Pela desapropriação da Casa da Morte”. De acordo com pesquisa feita pela Comissão da Verdade de Petrópolis pelo menos 22 pessoas foram torturadas e mortas no imóvel. A única sobrevivente foi Inês Etienne Romeu, responsável por denunciar a existência do aparelho de torturas e assassinatos. A militante morreu em 2015 em sua casa em Niterói. No dia 31, um grupo de mulheres de Petrópolis também leu o depoimento que Inês prestou à OAB quando saiu da prisão ainda durante o regime militar. O vídeo está disponível no IGTV do Grupo Pró-Memorial (@gpmcasadamorte). A programação da Semana da Memória foi organizada pelo Grupo Pró-Memorial Casa da Morte, CDDH de Petrópolis, Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade (CAAL) e sociedade civil.

FONTE: https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2021/04/06/anita-prestes-e-leonardo-boff-debatem-sobre-ate-onde-a-ditadura-militar-deixou-marcas-em-live-promovida-pelo-cddh.ghtml

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